Sessão do TRE-RN é marcada por 06 indeferimentos de candidaturas e deferimento parcial da coligação Trabalho e Superação I

Além do DRAP, foram julgados registros de candidaturas para os cargos de Senador, Deputado Federal e Estadual

Sessão do TRE-RN é marcada por 06 indeferimentos de candidaturas e deferimento parcial da coligação Trabalho e Superação I

Na sessão plenária desta terça-feira (11), o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) realizou o julgamento de 07 registros de candidaturas, incluindo a análise do Demonstrativo de Regularidade de Ato Partidário (Drap) da coligação Trabalho e Superação I, composta pelos partidos PRB, PTB, PR, PPS, PMB, PTC, PSB, PRP, PSDB, PSD, Avante e PROS. Acerca do Drap, a corte eleitoral votou pelo deferimento parcial dos registros.

Houve também o julgamento de 02 pedidos referentes ao cargo de Senador. O primeiro tratava-se do registro do ex-prefeito de Canguaretama/RN, Jurandir Freire Marinho, que teve seu pedido indeferido pela corte eleitoral em razão da condição de ilegibilidade atribuída a ele. Conforme constatou a Justiça Eleitoral, Jurandir Marinho teve suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no ano de 2012.

Ainda referente ao cargo de Senador, o segundo caso tratava-se do registro de candidatura de Eann Styvenson Valetim Mendes. O TRE-RN realizou o deferimento do pedido, após analisar as comprovações emitidas pelo candidato a Senador acerca de sua desincompatibilização (afastamento do cargo ou função) dentro do prazo legal, isto é, 03 meses antes do pleito.

A Justiça Eleitoral também julgou nesta terça-feira o registro de candidatura de Antônio Barbosa dos Santos Júnior, que pretendia se candidatar ao cargo de Deputado Federal pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), mas teve seu pedido indeferido em razão da ausência de comprovações quanto à sua desincompatibilização dentro do prazo legal.

Quanto aos demais casos julgados, 03 tratavam-se de propensos candidatos ao cargo de Deputado Estadual, são eles: Délcio Pedroso Costa (Coligação Trabalho e Superação IV), Jeronimo Alves (MDB) e Maria Eunice Roque Tavares (Rede). Todos encontravam-se em débito com a Justiça Eleitoral em virtude da ausência de quitação eleitoral e da omissão de prestação de contas, restando ao TRE-RN o indeferimento desses pedidos.

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